16.1.09

Não te deixarei morrer, David Crockett...

"(...) E lembrei-me de ti, com ternura(ou seria paixão?). A palma das tuas mãos, a pele dos teus pulsos, os dedos esguios e longos, os dentes brancos num sorriso meio tímido, meio atrevido, o teu riso, o teu humor, a tua inteligência cristalina. Pensei telefonar-te, mas estas coisas não se dizem por telefone. Guardei-te para mais tarde, para quando os teus olhos pousassem sobre mim, para quando a tua mão me limpasse o suor da testa, a tua boca limpasse os vestígios de sal da minha pele. (...)"
("Não te deixarei morrer, David Crockett", Miguel Sousa Tavares)

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